Ao escolher a salada na hora do almoço ou do jantar, muitas pessoas se resumem a pôr no prato alface, tomate, cenoura, beterraba e cebola. Mas as opções disponíveis na feira e no mercado são muito maiores: basta habituar-se a comprar e desenvolver o paladar.

Segundo a nutricionista Andréia Naves e a chefe de cozinha Tatiana Cardoso, combinações coloridas trazem inúmeros benefícios à saúde. Elas deram dicas de como escolher bem as verduras e os legumes e qual a melhor forma de conservá-los, para durarem mais e não haver desperdício.

Quem quiser substituir uma refeição por uma salada, deve lembrar de acrescentar fontes de proteínas (carne vermelha, frango ou peixe), carboidratos (macarrão ou tubérculos, como batata, mandioquinha, inhame e cará) e leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico ou ervilha).

As especialistas destacam também que paciência, atenção e bom senso são fundamentais para não levar folhas amareladas ou machucadas. Na hora de temperar, outra dica gostosa e saudável: azeite batido com ervas (manjericão, coentro, salsinha, cebolinha, alecrim e/ou orégano), que só deve ser acrescentado na hora de servir.

Além disso, variar os tipos da salada a cada semana é uma ótima sugestão, para não enjoar o paladar nem ficar nutricionalmente pobre.

Como conservar a salada

Acrescente uma colher de sopa de água sanitária a 1 litro de água para lavar os legumes e as verduras. Enxágue com água abundante, seque com um pano de prato (as folhas podem ser secadas com papel-toalha ou peneira) e guarde em potes ou saquinhos plásticos (os legumes podem ficar em recipientes sem tampa, mas as verduras não).

Fonte: BemEstar